Nas águas do Tapajós, a turma da Vibe Turismo descobriu paisagens amazônicas, a cultura paraense e a alegria de viajar junto.

O rio ocupa o horizonte, as lanchas desenham caminhos na água e o pôr do sol muda as cores da paisagem. Em Alter do Chão, distrito de Santarém, no oeste do Pará, esses cenários acompanharam a viagem do grupo organizado pela Vibe Turismo, de Itaperuna, no Noroeste Fluminense.
Entre banhos de rio, refeições compartilhadas e passeios de barco, a experiência ganhou uma dimensão coletiva. As fotografias mostram o destino e também os encontros: o grupo reunido na água, as mesas ocupadas e a participação na vida cultural da vila.
Uma paisagem desenhada pela água
Areia, barcos e vegetação compõem o cenário que tornou a vila conhecida como Caribe Amazônico.

As praias de água doce estão no centro da experiência em Alter do Chão. As faixas de areia, que variam conforme o nível das águas, criam espaços para caminhar, descansar e observar o movimento das embarcações. A vegetação ao redor completa a paisagem amazônica.
A Ilha do Amor está entre os pontos de visitação da viagem. Próxima à vila, ela sintetiza o encontro entre praia e cotidiano local. Para o grupo, os momentos de banho também foram oportunidades de reunir os participantes e registrar a passagem pelo destino.

O rio como caminho
Passeios de lancha aproximam os visitantes das praias e oferecem outro ponto de vista sobre a região.


A bordo, o deslocamento se torna parte do passeio. A água aberta, os barcos e as margens vistas de longe oferecem uma leitura da região que a caminhada pela vila não alcança. As casas flutuantes também chamaram a atenção nas fotografias enviadas pelo grupo.
Os percursos pelo Tapajós e pelo Arapiuns, o Encontro das Águas, o Lago Verde e a Ponta do Cururu compõem o panorama de atrações da região. São paisagens que ajudam a apresentar a diversidade dos caminhos fluviais ao redor de Alter do Chão.
Nos registros, o pôr do sol aparece como um dos momentos mais fotografados. Em algumas imagens, a lancha surge em silhueta; em outras, o reflexo do sol se alonga sobre a água. O mesmo rio que conduz os passeios se transforma em cenário de contemplação.
Essa alternância entre movimento e pausa dá ritmo à viagem: navegar, desembarcar, entrar na água e voltar a olhar o horizonte.

O Pará também se conhece à mesa
Tacacá, peixes e camarões dividem espaço com frutas e refeições que prolongam os encontros do grupo.


A culinária paraense ocupa um capítulo próprio na experiência do grupo. O tacacá, preparado com tucupi, jambu e camarão, se soma aos peixes e a outros sabores experimentados na viagem. Nas imagens, os ingredientes e as apresentações dão forma a essa descoberta de sabores.
Mais do que uma sequência de refeições, a mesa funcionou como espaço de convivência. Sentar em grupo, conversar sobre os passeios e dividir impressões ampliou a experiência para além das praias.
Os registros mostram ainda camarões com salada, peixe acompanhado de banana e uma cesta de frutas a bordo. Caju, banana e uva estão entre os alimentos fotografados durante os deslocamentos.
Restaurantes com madeira, palha e mesas coletivas compõem o ambiente dos encontros. A gastronomia entra, assim, na narrativa como parte da relação dos viajantes com o lugar e entre si.

Depois do pôr do sol, o encontro continua

A experiência não termina quando as lanchas retornam. À noite, a música e a dança acrescentam outro capítulo à viagem. A fotografia feita na Quinta do Mestre e da Sereia registra saias em movimento, músicos no palco e público reunido em torno da apresentação.
O carimbó aproxima os visitantes das expressões culturais paraenses. Ao lado dos passeios e da culinária, essa vivência ajuda a mostrar Alter do Chão para além de suas paisagens.
Nas fotos do grupo, a viagem também se conta pelos gestos cotidianos: um aceno na água, uma conversa à mesa, uma pausa diante do rio. São esses encontros que dão identidade à passagem da turma pelo Tapajós.

Uma viagem feita de encontros
À mesa, no rio e a bordo: os registros da turma revelam o lado coletivo da experiência.




Sabores, paisagens e memórias
Outros olhares sobre os dias vividos em Alter do Chão.





A alegria de estar junto
Refeições compartilhadas e um encontro ao pôr do sol ampliam o álbum da viagem.




Das mesas aos passeios pela orla, as fotografias guardam os rostos e os momentos que deram identidade à viagem.
Entre as paisagens do Tapajós e os encontros da turma, Alter do Chão passou a fazer parte de uma memória compartilhada.
Organização da viagem
A viagem foi organizada pela Vibe Turismo, de Itaperuna (RJ), com roteiro, transporte, passagens aéreas, hospedagem e acompanhamento do grupo.
Informações: WhatsApp (22) 98812-6097.
Fotografias: acervo do grupo, enviado para esta matéria.


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